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segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Casal adota seis irmãos e realiza a maior adoção do Distrito Federal

O casal criou uma vaquinha online para comprar uma KIombi

 João Nogueira, 31 anos, e a ex-mulher, Thamara Cordeiro e os seus seis filhos - Reprodução/Facebook

Thamara Cordeiro, de 32 anos, e João Nogueira, de 31, fizeram história no Distrito Federal quando decidiram adotar seis irmãos inseparáveis. As crianças viviam em um abrigo ligado à Secretaria de Educação e tinham sonhavam em ir para a mesma casa.

Eduarda, de 14 anos, Eduardo, de 12, as trigêmeas Ana Clara, Maria Luiza e Mariana de 10 Yasmin de 8 anos agora tem um lar.

João e Thamara estão divorciados desde 2016, ele agora namora a assistente social Árina Cynthia, de 29 anos, que faz parte da grande família. Uma vaquinha online foi criada para que eles possam comprar uma Kombi. “Antes tínhamos uma chevrolet SPIN que cabia 7 pessoas. Mas ela foi levada depois de alguns atrasos na parcela”, contou João.

“Mas agora estamos juntos e com a esperança de conseguir o valor da Kombi”, contou ao site "Razões Para Acreditar". 
 
Fonte: Meia Hora

Brasília entra em estado de emergência por risco de epidemia de dengue e febre amarela

Mosquito transmissor da dengue. FOTO: pixabay
 
O governador Ibaneis Rocha assinou decreto formalizando a situação da capital federal. Ele avalia que são necessários R$ 10 milhões extras para combater o problema e cobra ajuda do governo federal. Pelo decreto, o governo pode contratar mais pessoas, comprar insumos e fazer campanha de conscientização.

Fonte: cbn

sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Há 17 anos perdíamos o Sabotage.


Há 17 anos, Mauro Mateus dos Santos, 29, o Sabotage, foi morto com quatro tiros em uma rua da zona sul de São Paulo. O rapper foi encontrado caído na calçada após ser baleado 4 vezes, ele foi levado ao Hospital São Paulo, na zona sul, mas não resistiu e morreu às 11h25.



Fonte: rapevolusom

Xô racismo! 10 músicas para entender e sentir a grandeza dos orixás

por Kauê Vieira,
Simone e Simaria protagonizaram uma cena no mínimo controversa. Acusadas de racismo, as sertanejas se recusaram em pronunciar o nome da Iemanjá – orixá homenageada na música ‘Quero Ser Feliz Também’, do Natiruts.

As duas justificaram dizendo que não conheciam a letra da canção de sucesso. Tá bom. O assunto, claro, diz muito sobre o racismo religioso no Brasil. Candomblé e Umbanda são discriminadas de todas as formas.

– ‘Nosso Sagrado’: documentário pede liberação de itens afro-religiosos apreendidos pela polícia


Iemanjá por Pierre Verger

Seja por meio do preconceito velado ou explícito – caso das dezenas de terreiros de culto aos orixás destruídos Brasil afora. A intolerância religiosa come solta no país.

Ubuntu: O pioneirismo de Ruth de Souza nas artes do Brasil

A cada 15 horas, uma denúncia de intolerância religiosa é registrada, segundo levantamento do Ministério dos Direitos Humanos. Isso porque, constitucionalmente, o Estado brasileiro é laico há 120 anos.

Para refrescar a memória dos que insistem em pregar o desconhecimento, separamos 10 canções que homenageiam e exaltam a beleza dos orixás. Pela liberdade religiosa. Contra o racismo. 
 
 
1- Mariene de Castro: Oxóssi/Citação: Ponto de Oxóssi


Mariene de Castro e os encantos de Oxum

Feita na Bahia, Mariene é um espetáculo. Como boa filha de Oxum, não poderia deixar de cantar para o senhor das matas e companheiro da dona das águas doces.

“Oxóssi reina de norte a sul

Oxóssi, filho de Iemanjá

Divindade do clã de Ogum

É Ibualama, é Inlé

Que Oxum levou pro rio

E nasceu Logunedé

Sua natureza é da Lua

Na Lua Oxóssi é Odé

Odé, Odé, Odé, Odé”
 

 
 2- Maria Bethânia – As Ayabás


Bethânia, aqui do lado de Mãe Menininha do Gantois

Não dá para falar do Candomblé como força cultural sem citar o nome de Bethânia. A baiana iniciada por Mãe Menininha no Terreiro do Gantois, em Salvador, sempre fez questão de exaltar a potência das divindades africanas.

Nesta composição do irmão Caetano Veloso e do parceiro Gilberto Gil, Maria Bethânia destaca o poder da ayabás – orixás mães e rainhas.

Para Iansã:

“Iansã comanda os ventos

E a força dos elementos

Na ponta do seu florim”

Lá veio Obá:

“Obá – Não tem homem que enfrente

Obá – A guerreira mais valente”

Se lembrou de Ewá:

“Euá, Euá

É uma moça cismada

Que se esconde na mata

E não tem medo de nada”

E, finalmente, Oxum:

“Oxum… Oxum…

Doce mãe dessa gente morena

Oxum… Oxum…
Água dourada, lagoa serena”
 

 
3- Mateus Aleluia – Cordeiro de Nanã


Com seus cabelos e roupas brancas cor de algodão. Contraste com a pele negra marcada pela passagem do tempo. Mateus nasceu em Cachoeira, no Recôncavo Baiano, mas pode ser visto passeando de chinelos pelas ruas apertadas de Salvador.

É do ex-membro de Os Tincoãs a bela ‘Cordeiro de Nanã’. Como o nome já adianta, a canção homenageia ela, que vem, parafraseando Mariene de Castro, no som das chuvas.

“Sou de Nanã, euá, euá, euá, ê

Sou de Nanã, euá, euá, euá, ê”

Nanã está na água das chuvas. Na terra molhada dos pântanos e brejos. De roxo, andando calmamente, é a materialização da sabedoria. Salubá! 
 
 
4- Juçara Marçal e Kiko Dinucci – Atotô


Juçara e Kiko em registro de Marina Sapienza

Deixemos os clássicos de lado. Por hora. Juçara Marçal e Kiko Dinucci são membros do Metá Metá, mas também costumam trabalhar em dupla.

Ao lado do violão preciso do paulista de Guarulhos, Juçara canta para ‘o velho’. A faixa do disco ‘Padê’ exalta, com calmaria, Obaluaê. O senhor que cura todas as chagas com um bom banho de pipoca reina soberano.

A linha de baixo Marcelo Mainieri dialoga com o silêncio. Obaluaê não gosta de algazarra e se move lentamente. Aprecie. 
 
 
5- Saudação/Abertura -Rita Benneditto

“Adorei as almas

As almas adorei”




Rita cantando o Brasil

Já ouviu ‘Tecnomacumba’? O disco é um ode à Umbanda. Uma exaltação ao orixá. O trabalho de Rita Benneditto exalta todos os elementos da religião do Brasil.

A abertura, com a velocidade de Exu, mistura funk e a fúria de guitarras para celebrar e saudar. De Exu, claro, passando por Ogum, Oxóssi, Obaluaê, Jurema, pombas giras e por aí vai. Eita Brasil plural!

Eparrey! 
 
 
6- Casa Nova/Raiz – Dona Edith do Prato


Maria Bethânia (sempre ela) ao lado e Dona Edith do Prato

Ai, o Recôncavo Baiano. Terra de sangue negro, descendentes de africanos e do samba de roda. A manifestação mais baiana de todas se tornou fio condutor de Dona Edith do Prato.

Macumbeira de primeira, ela cantou o povo brasileiro. Sua fé, costumes e comidas. ‘Casa Nova/Raiz’ une o frescor da voz jovem de Mariene de Castro (sempre ela) com a sabedoria de quem já viveu o suficiente. Tem como dar errado?

Sabe o que é axé? Escute o trecho abaixo para ter uma ideia:

“Tá na beira do mar nas folhas de sultão

Nos metais de ogunhê vendo raio e trovão

Tá na voz mais bonita que tem graça nas mãos

Por um milagre bem disse será a voz da canção”
 
 
7- Charles Ilê – Carlinhos Brown e Ilê Aiyê

Difícil escolher apenas uma música do bloco afro mais lindo do Brasil e do cantor mais talentoso de todos. Brown e Ilê, juntos na Concha Acústica de Salvador.

“Ogum onilê

Onilê Ogum”

Só pode ser coisa orixá! Com sua guitarra, todo paramentado, o filho do Candeal exalta Ogum e sua força. Ao mesmo tempo em que mostra a riqueza intelectual do Ilê ao cantar a África e as particularidades culturais de seus 54 países.

Brown oferecendo pipoca para Obaluaê

“Que realeza, Charles

Beleza negra

Negra marrin

Negra Salim

Salamaleikum, Charles

Salamaleikum

Salamaleikum”
 
 
8- Kaô – Gilberto Gil

Dizem por aí que Gilberto Gil é um orixá. Filho de Xangô, face da Justiça, o baiano caprichou ao homenagear o dono de sua cabeça.

‘Kaô’, lançada no álbum ‘Sol de Oslo’, do fim da década de 1990, é um mantra. Uma espécie de meditação. Cada toque da voz de Gil, ali, quase nua, emociona. Entra no sangue e dá a dimensão do que um orixá pode significar.

Gil como Oxalufã para o fotógrafo Daryan Dornelles

“Baobá

Obá obá obá obá Xangô

Obá obá obá obá obá Xangô

Obá obá obá obá Xangô

Obá obá obá obá obá”
 
 
 
9- Afoxé de Oxalá – Roberta Nistra

Sexta-feira é dia de vestir branco. Respeito ao orixá da paz e sabedoria, Oxalá. Homenageado com sensibilidade no ijexá de Luiz Antônio Simas, cantado aqui por Roberta Nistra.


Roberta Nistra também canta para Ogum

“Orun Alá

Orun yê

Alá un

Alá Orun

Alá”
 
10 – Obàtálá – Metá Metá

Ainda debaixo do alá de Oxalá. E talvez inspirada na tranquilidade da já citada ‘Kaô’, de Gilberto Gil, o Metá Metá deu show.



Gente que ama amar o Metá Metá

Thiago França e seu saxofone levitam de mãos dadas com as notas de ‘Obatalá’. Poucas coisas conseguem ser mais bonitas e sensíveis. Difícil não derramar uma lágrima.

Obàtálá, dizem os Yorubás, é criador do mundo, dos homens, dos animais. O ‘Rei do Pano Branco’ foi o primeiro orixá criado por Oludumare. Se delicie com a voz da talentosa Juçara Marçal e pense no colorido lindo da vida.
 
 
Fonte: hypeness

Edital Aberto Mindelact 2020



COMUNICADO

A Associação Mindelact tem o prazer de comunicar a todos os interessados que se encontra aberto o edital para todas as companhias, grupos e artistas interessados em participar no Festival Internacional de Teatro do Mindelo MIndelact 2020, que acontecerá entre 06 e 14 de novembro, em Cabo Verde.

Mais se informa que o edital se encontrará aberto até ao final do mês de abril e que todas as propostas podem ser enviadas para o mail mindelact@gmail.com

Para mais informações sobre critérios de seleção podem consultar o regulamento publicado no nosso site, no link abaixo indicado:

https://www.mindelact.org/regulamento

Saudações Teatrais

Mindelo, 14 de janeiro de 2020

quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Bloco É de Nãnan celebra a cultura afro-brasileira em três dias de festa gratuita. (21 à 23/02)

 
 
por Renato Acha; Foto: Tatiana Reis.
O Bloco É de Nãnan 2020 chega ao segundo ano com um convite para a valorização das raízes afro-brasileiras numa mistura de ritmos da música popular. A cantora e percussionista Nãnan Matos comanda a festa em três momentos:

Na sexta de Carnaval (21 de fevereiro) no Setor Carnavalesco Sul (SCS), às 19:30. No domingo (23) é a vez da Praça dos Prazeres (201 norte) às 20:40. O bloco ainda participa do Rejunta Meu Bulcão, no dia 22, às 19:00, no Setor Bancário Norte. Todos com entrada franca e uma participação surpresa a cada dia.

Os foliões cantam e dançam ao som do afoxé, samba-reggae e afro-brasilidades, com o toque moderno nos arranjos e releituras afro-futuristas. Serão reunidos também diversos elementos das linguagens artísticas: música, dança afro, projeção com VJ e reflexões sociais apresentadas por meio de falas e performances sonoras. Entre as músicas apresentadas no repertório, estão clássicos como e “Samba dos Ancestrais” e sucessos dos blocos Ilê Aiyê, Olodum e canções de Daniella Mercury, Margareth Menezes, Timbalada, Os Ticoãns, entre outros.

O show visa alcançar um público variado, abordando pautas latentes na sociedade como gênero, negritude, a força da mulher negra na música brasileira. “Os blocos afros e afoxés fazem do carnaval uma demonstração não só de festa e folia, mas de fé e afirmação da cultura afro dentro desse universo tão rico e próspero. Tem o objetivo de preservar a tradição de matriz africana. O batuque dos tambores, o colorido das fantasias, a dança e a alegria contagiante são as marcas dos blocos afro, que há mais de 40 anos arrastam milhares nas ruas de Salvador e do Brasil inteiro”. Conta Nãnan Matos. Bloco É de Nãnan 2020
  • 21 de fevereiro (sexta) às 19:30 – Setor Carnavalesco Sul
  • 22 de fevereiro (sábado) às 19:00 – Rejunta meu Bulcão (Setor Bancário Norte)
  • 23 de fevereiro (domingo) às 20:40 – Praça dos Prazeres (201 norte)
Classificação Livre
Entrada franca.
 
Fonte: achabrasilia

Programa Barba na Rua - a Rua Fala (24/01)


Assista nesta sexta-feira (24/1/2020), às 14h30, ao vivo, na TV Comunitária de Brasília, pelo canal 12 na NET, site e fanpage do canal, o Programa Barba na Rua - a Rua Fala com entrevista com o Dr Rodrigo Barbosa, subsecretário de Enfrentamento às Drogas da Secretaria de Justiça (SEJUS), Darley Cesar de Jesus Cantilo, fundador da Casa Terapêutica Mar Vermelho, e o músico Davi Silva.

Sob novo formato visual, graças ao projeto “Brasília Mostra Sua Cara e Cultura, que tem apoio da Secretaria de Cultura do GDF e da Câmara Legislativa, o programa vai dialogar sobre a nova política sobre as drogas, o trabalho das Casas Terapêuticas conveniados com a SEJUS e o trabalho musical de Davi.