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terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Roda de Conversa de Homens Negros | Tema: "Combate a objetificação da Mulher Negra"


Desde que os povos africanos foram traficados para o Brasil, as mulheres negras tiveram um papel de extrema importância na resistência negra.
No papel de mães, trabalhadoras, escritoras, espiãs, generais e líderes de comunidade elas foram parte indispensável na luta por direitos e por liberdade.

Durante a história do negro no Brasil a mulher negra fez de tudo um pouco. Mesmo assim, o racismo e o machismo tentam reduzir a mulher negra a objeto sexual e ferramenta de trabalho. Toda vez que um homem negro coopera com isso, ele está cooperando com a objetificação das suas mães, suas irmãs, suas filhas, suas companheiras e suas amigas.

Se precisamos combater o racismo em todas as frentes, o homem negro precisa refletir sobre o que oprime a mulher negra para que ambos se fortaleçam.

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

RODA DE CONVERSA - REPRESENTATIVIDADE NEGRA NA POLÍTICA (07/11)


Sendo o segundo maior país do mundo com população negra (atrás apenas da Nigéria), o Brasil é um território que possui grande diversidade cultural, étnica e social. Porém, esta mesma diversidade não aparece em alguns lugares, como, por exemplo, na política. 
 
Como está o índice de negros em cargos políticos no Brasil? 
Vamos conversar sobre isso na quinta-feira 07.11.2019 às 19 horas na sala de comissões da Câmara Legislativa do Distrito Federal.

terça-feira, 27 de agosto de 2019

terça-feira, 13 de agosto de 2019

Roda de conversa de Homens Negros - Tema: Paternidade (14/08)


1 ano!
1 ciclo!
1 volta, 1 roda, várias vidas.
O círculo formativo da União que inicia no mais velho e CONTINUA (não termina) no mais novo.
 
A responsa! O procedê! O olho no olho diante da tua verdade.
Tempos difíceis cantaram Racionais. Nós concordamos. Mas discordamos que "fazer o que se cadeia é pra homem". A roda nos ensinou a concordar e a discordar sem a necessidade de ser desagradável. Mas teve desagrado. Teve paixões. Teve laços fortificados. Teve quem nunca mais voltou, saiu vociferando e teve quem agradeceu. O movimento circular faz isso. Mas resistência parece algo que tá no sangue, veja candomblé, veja samba, veja Jongo, capoeira, umbigada, e amplie seu olhar pro mano e pra mana que vende paçoca no farol, cafezinho na rodoviária. Nós continuamos!!
 
Aprendemos e precisamos continuar, pois as voltas que o mundo dá deixam parceiros e parceiras pelo caminho, e nós só queremos viver. Viver bem. Isso parece pouco pra alguns mas sobre nossas costas carregamos um alvo individual e uma estatística coletiva. De um povo. De uma história triste que se iniciou lá pelo século 16. Sentimos ainda o balançar do navio atualizados em nossos tênis. Sentimos a confusão do que disseram o que era ser um esposo, um pai, um parceiro. A maioria não teve tantos exemplos. A rua foi escola, o Hip-Hop, o Samba e principalmente elas, as mulheres. Mas tamo ae pra dividir o peso histórico. A cada quinze dias contando com irmãos que saem de seus trampos, que se arrumam pra vir aqui, no restaurante Simbaz (que merece todo nosso agradecimento) falar de si. Ouvir. Chorar e gritar. Somos isso e muito mais, somos pra além de chorar, de poder usar rosa ou de de ter um pau grande. Somos além do masculino ou feminino ocidental, mas sim o espiral representativo da Kundaline que perpassa masculino e feminino e deve-se buscar equilíbrio.
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Precisamos ser exemplo. Olhar a criança e ser "aquele louco que não pode errar".
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Somos gente. Somos homens. Somos negros e continuamos o legado de Zumbi.
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O @simbazbrasil estará durante todo o mês de agosto arrecadando doações de absorventes para a unidade prisional feminina de Luziânia.
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#RodaDeConversas #MasculinidadeNegra