O blog AquilombandoDFE é um espaço destinado a construção de uma ponte que estabeleça um contato direto com seus expectadores, curiosos e afins, aonde vamos literalmente "aquimlombar", trocar informações, expor trabalhos artísticos e culturais e entre outros. Trata-se de um convite a socialização de Negros e Negra do DF e Entorno, e tem como propósito de proporcionar e promover à tod@s um Ponto de Encontro Central de Negros e Negras do DF e Entorno. Sejam Tod@s Bem Vind@s!
Documentário da TV Senado resgata a trajetória do ex-senador Abdias do Nascimento. Professor, artista plástico, escritor, teatrólogo, político e poeta, Abdias foi pioneiro do movimento negro no Brasil e recebeu homenagem do Senado nesta sexta (21) pelo centenário de seu nascimento. O documentário 'Abdias: Raça e luta', produzido em 2012, tem direção de Maria Maia. Assista:
A produção faz o percurso inicial desde a criação do Afoxé Badauê, trazendo o capoeirista como personagem central, e finalizando com uma passagem pelos últimos 30 anos de vida, quando Moa se dedicou a viajar pelo mundo para espalhar o afoxé.
Dirigido pela documentarista Carolina Canguçu, com colaboração de Caroline Vieira e Silvana Moura, o conteúdo traz parte do material que foi veiculado sobre Mestre Moa este ano pela TVE, durante a transmissão do Carnaval. “São materiais inéditos do acervo da TVE dos carnavais de 79 e 80, além de entrevistas com os fundadores do Badauê e com artistas influenciados pelo Afoxé, como Caetano Veloso e Aluísio Menezes”, explica Carolina.
Criado pelos jovens que viviam no Engenho Velho da Federação, o Badauê surgiu em 1978 e, já no ano seguinte, desfilou na Avenida pela primeira vez. Sempre ligado ao candomblé e a capoeira, Mestre Moa trazia todas as suas referências para o Afoxé que, apesar de ter desfilado por mais seis carnavais, e ganhado por quatro vezes um concurso que elegia melhor Afoxé na época, teve uma carreira curta.
O filme conta ainda a história de Moa no início da década de 90, época em que o mestre de capoeira morava em São Paulo e criou o Afoxé Amigos do Katendê, com núcleos na capital paulista, em Florianópolis, Porto Alegre, Belo Horizonte e na Europa, lugares que ele visitava dando aula de capoeira e de afoxé. Após sua morte, a família de Moa criou o Afoxé Amigos do Katendê Salvador, para dar continuidade ao trabalho desse homem multi talentoso, que era também compositor, dançarino, ogã, ativista e uma importante liderança cultural da Bahia.
No
dia 23 de agosto de 2019, no auditório da Faculdade de Direito da UnB,
ocorrerá o Lançamento do documentário "Além do Espelho", de Ana Luiza
Pinheiro Flauzina. A diretora estará na atividade debatendo sobre a
produção.
Trailer
Sinopse "Nós
temos uma poderosa arma, que é a memória, uma possibilidade de salvação
não somente para nós, mas para o mundo.” Com essa percepção, o aclamado
cineasta etíope Haile Gerima aponta os desafios impostos pelo racismo e
as possibilidades de sua superação em ALÉM DO ESPELHO, documentário de
estreia da diretora brasileira Ana Flauzina.
A
obra promove o encontro das vozes de duas das mais importantes
referências da resistência negra contemporânea: Edson Cardoso e Haile
Gerima.
O
jornalista Edson Cardoso dedicou sua vida à militância negra. Dentre as
mais importantes contribuições deste controverso intelectual está a
edição do Jornal Irohin (“notícia”, em Yorubá) publicado entre 1995-2000
e 2003-2009. O veículo cumpriu importante papel mobilizador da questão
racial, pautando o racismo a partir de um ponto de vista primordialmente
negro. Outra das realizações significativas de Cardoso foi sua
liderança em duas grandes mobilizações políticas contra o racismo: as
marchas “Zumbi” e “Zumbi + 10”, que aconteceram, respectivamente, em
1995 e 2005, e mobilizaram mais de três milhões de pessoas na capital do
Brasil. Entre as demandas centrais da marchas estavam o fim do
exetermínio da juventude negra e da intolerância religiosa.
Haile
Gerima, importante cineasta etíope, radicado nos Estados Unidos desde a
década de 60, contribuiu para a formulação de uma estética independente
de cinema negro no cenário norte-americano. Como um dos principais
membros do movimento cinematográfico L.A. REBELLION, também conhecido
como Los Angeles School of Black Filmmakers, o cineasta tem em sua
internacionalmente reconhecida filmografia, obras de grande relevância
para o enfrentamento do racismo. Seu mais aclamado filme, “Sankofa”, de
1993, apresenta a saga de africanos escravizados - um absoluto sucesso
de público e crítica. Seu mais recente trabalho,“Teza”, um dos filmes
africanos mais vistos da história do cinema, lançado em 2009, explora os
dilemas de um intelectual negro diante dos conflitos raciais na Etiópia
e na Alemanha. Gerima é ainda professor da Faculdade de Cinema da
tradicional Howard University em Washington D.C.
O
encontro dessas duas referências, suas ricas histórias de vida e seus
comentários sobre o racismo e a resistência negra são a base da marcante
narrativa construída por Ana Flauzina em ALÉM DO ESPELHO. Ficha técnica Direção ANA FLAUZINA Entrevistados EDSON CARDOSO and HAILE GERIMA Edição MATTHEW GOSSAGE, HUGO PACHIELLA e ANA FLAUZINA Produção SARAH IHMOUND e ANA FLAUZINA Câmera GEZAW TESFAYE, GUTO MARTINS e KRYSTIAN RAMLOGAN Diretor de Fotografia GUTO MARTINS Pesquisa de Imagens RAQUEL LISBOA e VIVIANE SANTIAGO Créditos de Abertura MARCOS PINTO e TORI FINLAYSON Trilha Sonora CORY LAFEVERS Mixagem e Masterização DIEGO MARX Cor ADRIANO BATISTA, KRYSTIAN RAMLOGAN e MARCOS PINTO
No dia 23 de agosto de 2019, no auditório da Faculdade de Direito da UnB, ocorrerá o Lançamento do documentário "Além do Espelho", de Ana Luiza Pinheiro Flauzina. A diretora estará na atividade debatendo sobre a produção.
HAVERÁ EMISSÃO DE CERTIFICADO DE PARTICIPAÇÃO Trailer
Sinopse "Nós temos uma poderosa arma, que é a memória, uma possibilidade de salvação não somente para nós, mas para o mundo.” Com essa percepção, o aclamado cineasta etíope Haile Gerima aponta os desafios impostos pelo racismo e as possibilidades de sua superação em ALÉM DO ESPELHO, documentário de estreia da diretora brasileira Ana Flauzina.
A obra promove o encontro das vozes de duas das mais importantes referências da resistência negra contemporânea: Edson Cardoso e Haile Gerima.
O jornalista Edson Cardoso dedicou sua vida à militância negra. Dentre as mais importantes contribuições deste controverso intelectual está a edição do Jornal Irohin (“notícia”, em Yorubá) publicado entre 1995-2000 e 2003-2009. O veículo cumpriu importante papel mobilizador da questão racial, pautando o racismo a partir de um ponto de vista primordialmente negro. Outra das realizações significativas de Cardoso foi sua liderança em duas grandes mobilizações políticas contra o racismo: as marchas “Zumbi” e “Zumbi + 10”, que aconteceram, respectivamente, em 1995 e 2005, e mobilizaram mais de três milhões de pessoas na capital do Brasil. Entre as demandas centrais da marchas estavam o fim do exetermínio da juventude negra e da intolerância religiosa.
Haile Gerima, importante cineasta etíope, radicado nos Estados Unidos desde a década de 60, contribuiu para a formulação de uma estética independente de cinema negro no cenário norte-americano. Como um dos principais membros do movimento cinematográfico L.A. REBELLION, também conhecido como Los Angeles School of Black Filmmakers, o cineasta tem em sua internacionalmente reconhecida filmografia, obras de grande relevância para o enfrentamento do racismo. Seu mais aclamado filme, “Sankofa”, de 1993, apresenta a saga de africanos escravizados - um absoluto sucesso de público e crítica. Seu mais recente trabalho,“Teza”, um dos filmes africanos mais vistos da história do cinema, lançado em 2009, explora os dilemas de um intelectual negro diante dos conflitos raciais na Etiópia e na Alemanha. Gerima é ainda professor da Faculdade de Cinema da tradicional Howard University em Washington D.C.
O encontro dessas duas referências, suas ricas histórias de vida e seus comentários sobre o racismo e a resistência negra são a base da marcante narrativa construída por Ana Flauzina em ALÉM DO ESPELHO.
Ficha técnica Direção ANA FLAUZINA Entrevistados EDSON CARDOSO and HAILE GERIMA Edição MATTHEW GOSSAGE, HUGO PACHIELLA e ANA FLAUZINA Produção SARAH IHMOUND e ANA FLAUZINA Câmera GEZAW TESFAYE, GUTO MARTINS e KRYSTIAN RAMLOGAN Diretor de Fotografia GUTO MARTINS Pesquisa de Imagens RAQUEL LISBOA e VIVIANE SANTIAGO Créditos de Abertura MARCOS PINTO e TORI FINLAYSON Trilha Sonora CORY LAFEVERS Mixagem e Masterização DIEGO MARX Cor ADRIANO BATISTA, KRYSTIAN RAMLOGAN e MARCOS PINTO
No dia 23 de agosto de 2019, no auditório da Faculdade de Direito da UnB, ocorrerá o Lançamento do documentário "Além do Espelho", de Ana Luiza Pinheiro Flauzina. A diretora estará na atividade debatendo sobre a produção.
Trailer
Sinopse "Nós temos uma poderosa arma, que é a memória, uma possibilidade de salvação não somente para nós, mas para o mundo.” Com essa percepção, o aclamado cineasta etíope Haile Gerima aponta os desafios impostos pelo racismo e as possibilidades de sua superação em ALÉM DO ESPELHO, documentário de estreia da diretora brasileira Ana Flauzina.
A obra promove o encontro das vozes de duas das mais importantes referências da resistência negra contemporânea: Edson Cardoso e Haile Gerima.
O jornalista Edson Cardoso dedicou sua vida à militância negra. Dentre as mais importantes contribuições deste controverso intelectual está a edição do Jornal Irohin (“notícia”, em Yorubá) publicado entre 1995-2000 e 2003-2009. O veículo cumpriu importante papel mobilizador da questão racial, pautando o racismo a partir de um ponto de vista primordialmente negro. Outra das realizações significativas de Cardoso foi sua liderança em duas grandes mobilizações políticas contra o racismo: as marchas “Zumbi” e “Zumbi + 10”, que aconteceram, respectivamente, em 1995 e 2005, e mobilizaram mais de três milhões de pessoas na capital do Brasil. Entre as demandas centrais da marchas estavam o fim do exetermínio da juventude negra e da intolerância religiosa.
Haile Gerima, importante cineasta etíope, radicado nos Estados Unidos desde a década de 60, contribuiu para a formulação de uma estética independente de cinema negro no cenário norte-americano. Como um dos principais membros do movimento cinematográfico L.A. REBELLION, também conhecido como Los Angeles School of Black Filmmakers, o cineasta tem em sua internacionalmente reconhecida filmografia, obras de grande relevância para o enfrentamento do racismo. Seu mais aclamado filme, “Sankofa”, de 1993, apresenta a saga de africanos escravizados - um absoluto sucesso de público e crítica. Seu mais recente trabalho,“Teza”, um dos filmes africanos mais vistos da história do cinema, lançado em 2009, explora os dilemas de um intelectual negro diante dos conflitos raciais na Etiópia e na Alemanha. Gerima é ainda professor da Faculdade de Cinema da tradicional Howard University em Washington D.C.
O encontro dessas duas referências, suas ricas histórias de vida e seus comentários sobre o racismo e a resistência negra são a base da marcante narrativa construída por Ana Flauzina em ALÉM DO ESPELHO. Ficha técnica Direção ANA FLAUZINA Entrevistados EDSON CARDOSO and HAILE GERIMA Edição MATTHEW GOSSAGE, HUGO PACHIELLA e ANA FLAUZINA Produção SARAH IHMOUND e ANA FLAUZINA Câmera GEZAW TESFAYE, GUTO MARTINS e KRYSTIAN RAMLOGAN Diretor de Fotografia GUTO MARTINS Pesquisa de Imagens RAQUEL LISBOA e VIVIANE SANTIAGO Créditos de Abertura MARCOS PINTO e TORI FINLAYSON Trilha Sonora CORY LAFEVERS Mixagem e Masterização DIEGO MARX Cor ADRIANO BATISTA, KRYSTIAN RAMLOGAN e MARCOS PINTO
Já pensou em como é a vida de quem tem 93 anos e precisa se movimentar pela cidade? Moradora do Paranoá desde as ocupações e lutas por moradia na região, te apresentamos Dona Zefinha! O vídeo faz parte do projeto Mapa das Desigualdades, que nesta terceira edição discute mobilidade e gênero no Paranoá e Itapoã: duas cidades – ou Regiões Administrativas, como prefere o discurso oficial – que integram o Distrito Federal.
Longe das imagens modernistas associadas à Brasília, Paranoá e Itapoã nascem de um histórico de luta por moradia, a partir da ocupação dos territórios por famílias provenientes de diversas partes do país, especialmente do Nordeste, e que foram expulsas do centro da capital por sua lógica segregadora.
Hoje vivem no Paranoá 66.138 habitantes e no Itapoã, 60.325 habitantes, sendo as duas cidades majoritariamente negras. Boa parte dos postos de trabalho do/as moradores/as dos dois locais encontram-se em outras regiões: 81,3% dos/as habitantes do Itapoã e 73,9% dos/as habitantes do Paranoá trabalham fora de suas cidades, fazendo com que longos trajetos em um transporte público caro e de baixa qualidade sejam cotidianos (dados da PDAD, 2018).
Há também pouca infraestrutura para o transporte por bicicleta e a pé nas duas cidades. A falta de investimento em políticas que garantam o direito à mobilidade urbana pesa de forma distinta na vida das mulheres e da população LGBT, para quem locomover-se implica também em encarar outros perigos e discriminações.
É sobre essas dificuldades, mas também sobre como elas são enfrentadas todos os dias, que o Mapa das Desigualdades se dedicou a conversar. Assista:
Realização: Movimento Nossa Brasília e Inesc Apoio: Oxfam Realização audiovisual: COMOVA
Professora da UFBA, Ana Flauzina lança 'Além do Espelho', documentário que estabelece uma ponte entre os movimentos negros nos EUA e no Brasil
"Resistência é aquilo que, como mulheres, como negros vivenciamos. Minha avó é uma grande resistente. Ela não é menor que o Martin Luther King ou que a Angela Davis. Ela também pavimentou a minha trajetória", enuncia firme Ana Flauzina para explicar os caminhos que guiam sua vida como acadêmica e como documentarista, entre a resistência e o debate na militância do movimento negro. "É por isso que estamos aqui porque as pessoas resistiram e resistem aos sistemas de opressão. A militância é a resistência politizada, é a rebeldia", seguiu a professora do Departamento de Educação da UFBA e doutora em direito pela American University.
Na semana que passou, o EL PAÍS conversou em sua ferramenta de tempo real do Facebook com Flauzina, que lançou em São Paulo o documentário Além do espelho que estabelece uma ponte entre os movimentos negro no Brasil e nos EUA ao jogar luz no pensamento e nas trajetórias do jornalista brasileiro Edson Cardoso e do cineasta etíope radicado nos EUA, Haile Gerima. https://www.facebook.com/elpaisbrasil/videos/1738563626203580/ Na entrevista ocorrida na ultima terça-feira, e disponível na íntegra no vídeo no link acima na página do ElPais no Brasil, Flauzina explicou sua motivação para conciliar a sala de aula e os artigos acadêmicos com a experiência de fazer um média: queria promover diálogo e difusão de ideias - "Um cara como Haile Gerima, que é um dos mais importantes cineastas independentes da história, tem uma obra quase desconhecida por aqui" - e, ao mesmo tempo, ter um produto que pudesse ser levado às salas de aulas, aos centros comunitários, às prisões. "A plataforma do movimento negro salva vidas. Salvou a minha e a de várias pessoas que eu acompanho. Eu digo que é um encontro empoderado com esse espelho. É um poder ser, de fato, apesar das entranhas do racismo", disse.
O documentário, de quase uma hora, justapõe as visões de Cardoso e Gerima sobre vários temas: história, Barack Obama, produções acadêmicas e cinematográficas que tocam no tema da raça, o debate de gênero. Em certo momento, Cardoso e Gerima falam sobre o lugar dos brancos na luta contra o racismo. Flauzina diz: "Eu vejo muita angústia branca em torno disso e eu acho que essas pessoas têm que buscar suas respostas em vez de está onerando as pessoas negras com essa pergunta em busca de fórmulas mágicas (sobre a participação dos brancos). Há um lugar importante e reservado para todos e todas na luta contra o racismo", diz ela. "A covardia de gênero e raça é essa. Podemos ser pessoas de muita boa vontade, mas seguir reproduzindo esse tipo de coisa (de preconceito)". "Você tem um filho amanhã, coloca numa bela escola e não tem uma professora negra e isso passa despercebido para você. O que que é isso para você? Independentemente de ter um filho branco, ir lá e falar: 'Não dá. Não quero que as percepções do meu filho sobre carinho sejam exclusivamente acopladas a um corpo branco'. É dizer 'eu me importo com isso', 'eu me mobilizo com isso'. Assim todos e todas nós vamos politizando esses privilégios."
Especialista em criminologia e autora de Corpo negro caído no Chão - O sistema penal e o projeto genocida do Estado brasileiro, a professora da UFBA também criticou na conversa com o EL PAÍS o "espetáculo" pouco efetivo da intervenção federal do Rio um dia antes dos assassinatos da vereadora Marielle Franco (PSOL) e de seu motorista Anderson Gomes em uma emboscada no centro do Rio. Para ela, a crise atual acaba por escancarar o "genocídio negro": "Enquanto a gente não desmobilizar essa dinâmica do racismo não desmantelaremos a dinâmica da punição". "Quando a gente pensa em tortura, pensa em ditadura militar. Mas isso é obsceno no contexto brasileiro. Qual o grande laboratório da tortura? A escravidão. Por que a gente só registra a tortura aí? Porque neste momento histórico outros corpos adentraram esse porões e passaram a ser torturados. Quando esses corpos saem de cena, a tortura volta a fazer parte de uma narrativa natural da criminalização e da punição." Ana Flauzina lança Além do Espelho nesta terça-feira, 20, no Rio de Janeiro. A sessão, seguida de debate, vai ser no Salão Nobre da da Faculdade de Direito da UERJ, às 18h.